Perrengue Vencedor

10 de março de 2010

Desde o dia 18 de fevereiro, os amantes da fotografia estão enviando belas fotos de suas últimas viagens para o concurso Clique Vencedor, promovido pela ALE. E, graças a esses fotógrafos amadores, o concurso está sendo um sucesso! Se você já está participando, é hora de pedir votos para as suas fotos e, se ainda não enviou suas fotografias, não perca tempo e envie agora. São prêmios incríveis esperando por você!

Mas… se você não tem uma bela foto, não fique triste. A ALE preparou uma brincadeira para você no twitter @novomundoale. É o Perrengue Vencedor! Confira abaixo como você pode faturar um vale-compras de R$500,00 na ALECompras:

PERRENGUE VENCEDOR

Suba até cinco fotos de roubadas no seu TwitPic e concorra a um vale de R$ 500,00 na ALECompras.

Vale fotografar aquela chuva que acabou com a sua semana na praia, o carro atolado na lama da estrada para o sítio ou até aquela dor de garganta que chegou na sexta de carnaval e só foi embora na Quarta-Feira de Cinzas.

Para concorrer, você deve:

- Seguir o perfil @NovoMundoALE
- Indicar os links do TwitPic onde suas fotos estão postadas, via reply, com a frase “Esta foto está participando do concurso #perrenguevencedor do @NovoMundoALE”

A melhor foto mostrando o pior perrengue fatura um vale de R$ 500,00 na ALECompras!

A brincadeira hoje, dia 10 de março de 2010, e as fotos podem ser postadas e indicadas até às 18h do dia 18 de abril de 2010.

E lembre-se: se você gosta de fotografia, certamente tem fotos das férias, participe também do Clique Vencedor, que vai dar tv LCD, câmera digital e aparelho de DVD para os premiados.

Leitura para todos!

10 de março de 2010

O Posto Social foi um tremendo sucesso nas cidades de Arcos e Leopoldina, no interior de Minas Gerais.

A biblioteca itinerante da ALE estacionou nas cidades nos meses de fevereiro e março (24 a 26/02 em Arcos e 02 a 04/03 em Leopoldina) e provou que a leitura pode (e deve) ser disseminada para todas as pessoas.

Além do público amante da leitura que chega ao Posto Social em cada cidade que ‘atracamos”, em Arcos tivemos a satisfação de receber alunos das escolas rurais da região. Já na cidade de Leopoldina fomos agraciados com a presença de uma contadora de histórias e várias escolas nos visitaram com seus alunos, proporcionando uma grande troca de livros entre jovens, crianças e adolescentes. A APAE também levou todas as suas turmas, abrindo o leque da leitura às pessoas especiais.

A próxima parada no Posto Social será na cidade de Uberaba/MG e ainda em três cidades do interior do Nordeste. Fique de olho aqui no blog para mais informações.

O Posto Social faz parte do movimento Livro para Voar.

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Herança maldita

10 de março de 2010

O presidente do Conselho de Administração da ALE, Sérgio Cavalieri, teve um artigo seu publicado ontem no jornal Estado de Minas. Compartilhamos com vocês, aqui no blog, o texto na íntegra.

HERANÇA MALDITA

Precisamos de líderes que compreendam a importância da educação, da formação e valorização dos educadores.

Sérgio Cavalieri - Presidente do Conselho de Administração da ALE

Sérgio Cavalieri - Presidente do Conselho de Administração da ALE

Além de reafirmar o vigor do regime democrático, a realização das eleições de outubro também representa uma grave convocação à sociedade brasileira. Pela força do voto, teremos a oportunidade de nos posicionar diante de questões fundamentais que condicionam e determinam o tipo de nação que queremos construir. Nosso compromisso deve ser o de edificar um país do qual possamos nos orgulhar no presente e do qual nos orgulhemos por legar às gerações futuras. Nesse cenário, à frente de todas as outras, se destaca a questão ética. Majoritariamente honrada e moldada, segundo princípios de patriotismo e civismo, a sociedade brasileira não pode mais aceitar teses forjadas para justificar a falta de ética, a corrupção desenfreada e a ausência de compromisso com o país. Não podemos mais admitir a visão fatalista de que o Brasil é assim porque nasceu assim, fruto de uma herança maldita que viria desde os tempos do nosso descobrimento e do perfil de colonização que tivemos. Também não somos uma sociedade que sempre quer levar vantagem e está pronta para dar um jeitinho em tudo.

Nosso país, cujo povo tem a qualidade de ser pacífico, está deixando de ser passivo. Começamos o ano com a prisão de um governador em pleno exercício do seu mandato – fato inédito na história brasileira. Nos últimos anos, a um só tempo, testemunhamos cenas ao mesmo tempo tristes, mas esperançosas, como a prisão de juízes, desembargadores, cassação de parlamentares e até o impeachment de um presidente da República. Lamentavelmente, muitos acabam voltando, quase sempre pela via do voto. São estes os arautos da chamada herança maldita, que, 500 anos depois, insistem em tentar nos convencer de que prevalece na sociedade brasileira a tolerância às transgressões, uma postura cuja gênese estaria na índole dos nossos primeiros colonizadores e dos povos que habitavam a recém-descoberta Terra de Santa Cruz.

São ardilosos e a todos tentam cooptar com a propagação de seus condenáveis atos de esperteza, que envolvem grandes infrações às leis, como corrupção, mensalões e propinas. Com isso, procuram minimizar o impacto dos seus crimes e, perversamente, induzir segmentos da sociedade à prática transgressões menores, como comprar e vender sem nota fiscal, adquirir produtos piratas, conduzir veículo acima da velocidade permitida, parar o carro em fila dupla, dizer uma pequena mentira ou jogar lixo pela janela. É uma técnica subliminar sedutora, da qual precisamos nos defender em nome da construção de uma sociedade íntegra e honrada.

Outubro está chegando e é preciso dizer um sonoro basta as todas essas práticas, que degradam a ética e desconstroem uma nação. Como cristãos, não podemos nos resignar passivamente a essa sina e, menos ainda, aceitar a condenação de que seremos sempre uma sociedade de segunda categoria, desprovida de princípios fundamentais, como honestidade, disciplina, ordem, respeito e retidão. O nosso passado é importante como fonte de lições, mas não para determinar o nosso futuro – até porque, se assim fosse, não haveria espaço para o sonho e para a esperança, que devem nos mover sempre. Como nos ensinaram nossos país e avós, devemos nos dar ao respeito!

Na verdade, devemos acelerar a nossa postura de cobrança por padrões éticos que queremos para o nosso país e, assim, avançar na construção de uma sociedade onde prevaleça a confiança nas relações, o orgulho de ser honesta, guardiã de um tesouro valioso que dará um novo significado para nós e para as gerações que nos sucederão. Indignar-se é o primeiro passo. Vontade de mudar é o segundo – e, para que mudanças ocorram, é preciso atitudes verdadeiras e concretas, ação e coragem. Nas eleições que se aproximam, devemos nortear nossas escolhas por duas premissas fundamentais: banir da vida pública aqueles que agem contra a sociedade e escolher líderes comprometidos com valores fundamentais na construção de um país.

Precisamos de líderes que compreendam a importância da educação, da formação e valorização dos educadores. Estes são os responsáveis diretos em promover uma educação de qualidade para as crianças e os jovens – é de cedo que se incute a consciência do certo e do errado, dos direitos e das obrigações, a clara separação entre o público e o privado, a noção de liberdade e justiça, de cidadania e do bem comum. Por seu componente pedagógico, o exemplo é um poderoso instrumento de transformação e deve vir dos líderes nos universos político e empresarial. Para mostrar que estão a favor das mudanças, os políticos podem começar pela aprovação do projeto Ficha Limpa, movimento popular que angariou 1,3 milhão de assinaturas para impedir que pessoas condenadas pela Justiça de primeira instância possam se candidatar. Se insistirem em manter sua atual postura, que produz e dissemina maus exemplos, a própria sociedade haverá de expurgá-los por meio do exercício do voto.

Sérgio Cavalieri

Jornal O Estado de Minas – 09/03/2010

Posto Social em Leopoldina

3 de março de 2010

A biblioteca itinerante do projeto Livro para Voar está na cidade de Leopoldina, Minas Gerais. O caminhão ficará estacionado na praça Félix Martins até amanhã, 4 de março, das 8h às 17h. De lá segue para a cidade de Lavras, também em Minas Gerais, onde ficará estacionado de 6 a 8 de março. Crianças, jovens e adultos poderão ler, trocar livros, participar de palestras e conhecer mais um projeto da ALE pela democratização da leitura.

Saiba mais: www2.ale.com.br/mais-que-combustivel/internas?id=95

Acompanhe também o Twiter: @livroparavoar

Posto Social em Leopoldina/MG

Posto Social em Leopoldina/MG

Equipe ALE fora das pistas encara nova disputa: contruir uma casa num fim de semana

26 de fevereiro de 2010
Pilotos da Equipe ALE fazem doação durante o Rally Dakar

Pilotos da Equipe ALE fazem doação durante o Rally Dakar

Os pilotos de moto da Equipe ALE, Vicente Neto, Tiago Fantozzi e Carlos Ambrósio, disputam, neste fim de semana, uma prova diferente de todas as outras: construir em apenas dois dias uma casa de madeira pré-fabricada. A construção de emergência é uma continuidade a doação que eles fizerem à ONG Um Teto para meu País, durante o Rally Dakar 2010.

Pelo segundo ano consecutivo, o Teto, como é chamada a ONG por seus voluntários, foi a fundação oficial do Rally Dakar. A organização, que está presente em 15 países do continente, recebeu US$ 112 mil dólares em doações dos organizadores da competição para a construção de quarenta casas de emergência na Argentina e três centros educacionais no Chile.

Após o término do Dakar, os pilotos da Equipe ALE visitaram uma casa de emergência construída pelo Teto na cidade de Antofagasta, no Chile, e decidiram doar uma moradia a uma família em situação de risco. Agora, de volta ao Brasil, eles vão por a mão na massa neste fim de senama e construir uma moradia de emergência, junto a outros voluntários, na comunidade de Anita Garibaldi, em Guarulhos, São Paulo.

A construção de casas de emergência é o primeiro passo para o envolvimento dos voluntários do Teto com as comunidades em que trabalha. A preocupação da organização é, além de construir as casas em conjunto com os moradores, acompanhar essas famílias após a construção. Com os pilotos da Equipe ALE também não será diferente, pois irão seguir o desenvolvimento desta família de perto.

Siga no twitter: @equipeale

Petrobras faz certo ao importar

23 de fevereiro de 2010

Em entrevista puplicada no jornal Estado de Minas, no último domingo, 21/02, Jucelino Sousa, vice-presidente da ALE, avalia o momento atual do setor e fala sobre os cerca de R$ 80 milhões que a empresa deve investir esse ano na amplicação da rede e o foco em novas aquisições para enfrentar um mercado cada vez mais concentrado.

Por Paula Takahashi.

Confira a entrevista:
http://clipping.interclipnet.com.br/interclipping/conteudo/clipvisu.php?prm1%5b%5d=164319&prm2%5b%5d=pmoc

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Leilão online

23 de fevereiro de 2010

A ALE está leiloando terrenos e imóveis através do site SuperImovel.

Confira aqui as oportunidades:
http://www.superimovel.com.br/home/auction/listOffers.htm?auction_id=3144#barranavegacaoleilao

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Concurso Clique Vencedor

19 de fevereiro de 2010

A ALE lançou ontem o 1º Concurso Cultural Clique Vencedor, um concurso de fotografias destinado exclusivamente a fotógrafos amadores.

Se você registrou os momentos das suas últimas viagens, não perca esta chance de participar. Afinal, nunca foi tão fácil faturar prêmios incríveis! São TV’s LCD 42 polegadas, camêra fotográfica e DVD.

PARTICIPE: www.ale.com.br/clique-vencedor.

Fique ligado aqui no blog: daremos notícias constantes do concurso e também altas dicas de fotografia.

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Aventuras no Dakar 2010

11 de fevereiro de 2010

Foto: David Santos JR

Tiago Fantozzi, piloto da Equipe ALE, compartilha com a gente um pouco das emoções vividas por ele no Rally Dakar 2010.

Tiago caiu numa vala na 6ª rodada da competição e foi impedido de continuar a prova. Continuou acompanhando os outros dois pilotos da Equipe ALE, Carlos Ambrósio e Vicente Neto, que foram um dos poucos brasileiros a completar o Dakar 2010.

Leia a entrevista abaixo e sinta um pouco do que fois a maior competição off-road do mundo!

 

O Dakar é mesmo tão difícil quanto dizem?
Sim, muito!! O Dakar é a maior competição off-road do mundo. Uma prova extremamente dura, exigente e longa. Exige muito planejamento, grande trabalho em equipe, foco e dedicação. É uma competição que exige o máximo do piloto em relação à parte técnica, preparo físico e espírito motivacional. O sofrimento é recompensado pelo aprendizado e as adversidades devem ser encaradas como uma superação constante.

Qual o pior trecho do percurso?
Nessa edição de 2010, os pilotos destacaram o 4º dia, que chegava em Fiambala como o mais complicado da edição. Foram 160km de trecho cronometrado que os pilotos ponteiras completaram em 5 horas (em outros dias, com esse mesmo tempo os pilotos chegaram a fazer trechos 3, 4 vezes maior). Foi um dia que mesclou muita areia, pedras, grandes dunas e navegação por GPS em um trecho bem travado e bastante técnico. Exigiu muito preparo físico dos atletas e foi o trecho cronometrado com maior baixa de participantes. Para mim, este foi um dia relativamente tranquilo, pelo ritmo de prova que eu estava conduzindo, não enfrentei nenhum problema. O pior trecho na minha opinião foi o 7º dia, é claro, dia que cruzamos o deserto do Atacama e tivemos problemas com a roda.

O acidente:
O 7º dia foi especialmente difícil, pois enfrentei problemas com o equipamento de navegação logo nos primeiros quilômetros da especial e depois um longo trecho com muito pó e terra fofa (chamado no Dakar de Flesh-Flesh – que é como se fosse um talco que você afunda parado). Em função dos pilotos mais lentos na frente, eu percorria um trecho por fora da estrada principal. Um rio seco que estava marcado na planilha no km 230 apareceu na minha frente 700 metros antes. Naquele momento, eu havia acabado de sair do abastecimento(*) e a moto estava pesada (junte-se a isso as características do solo de chão batido, seco e duro), a moto então não freou, e acabei caindo em uma grande vala que entortou a roda dianteira. Como não havia planejado e não estava estruturado para esse problema (com piloto mochileiro ou peças de reposição alocadas em carros ou caminhões inscritos na prova), tentei de todas as maneiras continuar na competição, mas fui impedido pela organização por ter utilizado uma peça que estava no carro de apoio(**).

(*) durante os trechos cronometrados são colocados pontos estratégicos que os pilotos são obrigados a parar por 15 minutos para abastecer.

(**) durante o trecho cronometrado o piloto só pode utilizar peças e ajuda mecânica de veículos inscritos na prova (como competidores).

Durante a competição, você manteve-se como o 1º brasileiro na categoria de motos, até o dia do seu acidente. O que você sentiu neste dia?
Senti muita angústia, frustração e indignação. Apesar de ser naquele momento o melhor brasileiro, liderar na minha categoria e ser o melhor latino-americano na classificação, o que eu fazia questão era de completar a prova. Fiquei inconformado com o acidente. O Dakar para mim era como um filho que eu estava criando dentro da barriga e perdi antes que nascesse.

Ficamos sabendo que, depois do acidente, você andou quase 3h no deserto do Atacama, em busca de ajuda. Como foi isso?
Quando percebi que o problema era grave foquei minha energia em contornar e resolver a questão. Fui a pé até o abastecimento que estava a uns 15 km para trás com intuito de aumentar o meu leque de opções. Lá consegui emprestado a roda de um piloto português que havia abandonado a competição, mas em vão pois não eram as medidas da minha moto. Então peguei uma carona até a cidade destino no dia, Iquiqui a 250 km, a fim de encontrar minha equipe. No acampamento peguei a roda reserva e voltei para o trecho onde a moto estava parada. Consegui substituir a roda por volta das 22h30 e terminei o trecho às 3h00 da manhã. Às 5h estava pronto para largar, mas já não tinham meu cartão de largada. Tentei conversar com o júri, mas a organização não me permitiu continuar. Nesse momento direcionei toda minha energia para Carlos Ambrósio e Vicente Neto, os outros pilotos da Equipe ALE, e foi muito inspirador ver os dois no final de cada dia, completando a competição.

Como a Argentina e o Chile receberam os competidores do Dakar?
É emocionante a maneira como o povo argentino e chileno recebeu a caravana do Dakar. Foram milhares de pessoas nas ruas das cidades, estradas e desertos, acompanhando de perto a competição. Qualquer hora do dia, 4 da manhã, meio dia ou 10 da noite, a população lotava por onde a competição passava. Pessoas de todas as idades e classes, aglomeradas aplaudindo e acenando para os competidores. Sem dúvida, esses foram alguns momentos inesquecíveis da competição. Logo no primeiro dia, no deslocamento entre Buenos Aires e Colon, fomos homenageados com um cordão humano por 300 quilômetros!!! Impressionante, nunca imaginei nada parecido! As ruas e postos tinham que ser cercados por policias para não as pessoas não invadirem. Incalculável a quantidade de fotos e autógrafos que distribuímos ao longo da competição.

E para 2010? Quais são os planos?
Mais treino, mais dedicação e muito trabalho. Com a experiência adquirida na competição, pretendo aprimorar e fortalecer a estrutura da equipe ALE formando um time com os principais pilotos de Rally do Brasil. O Brasil é um país muito forte e temos muito potencial de configurar entre os melhores do mundo. O objetivo é conquistar os melhores resultados da história do Dakar para o Brasil. Para acompanhar a Equipe ALE e saber quais campeonatos e competições a equipe estará presente no Brasil, acesse @equipeale no Twitter.

Aproveito para agradecer a todos que torceram pela equipe ALE e me deram força nos momentos difíceis. Também não posso deixar de registrar meus agradecimentos a Carlos e Vicente, companheiros nessa jornada do Dakar, que completaram com maestria a competição e carregaram a bandeira ALE até a rampa de chegada, a Naya, minha esposa e fotógrafa oficial da equipe e a todos os patrocinadores e parceiros da Equipe ALE.

Equipe ALE no JN

11 de fevereiro de 2010

Para quem não viu, durante o Rally Dakar 2010, dois pilotos da Equipe ALE, Tiago Fantozzi e Vicente Neto foram destaque no Jornal Nacional, da Rede Globo.

A reportagem foi exibida no dia 06/01. Confira:

E mais, confira ainda hoje aqui no blog: Tiago Fantozzi fala das aventuras do Dakar, em entrevista exclusiva.