Posts com a Tag ‘Tiago Fantozzi’

Tiago Fantozzi vence sua 1ª etapa no Rally dos Sertões

quarta-feira, 18 de agosto de 2010 

fantozzi

O nosso piloto Tiago Fantozzi venceu ontem, dia 17,  a sétima etapa do Rally dos Sertões.  A prova, que foi encurtada, teve um trecho especial com cerca de 210 quilômetros.

Fantozzi ficou surpreso com o resultado.
“Imaginava que tivesse feito um bom tempo, entre os três primeiros, mas não o melhor tempo. Fico feliz, mostra que na areia a gente ainda sabe o que faz”, comentou o piloto.

O revendedor da ALE, Nei Costa, também está participando do Rally dos Sertões. Ele concorrre na categoria Quadriciclo e está em 4º lugar na classificação geral. A ALE se orgulha destes dois grandes talentos e deseja boa sorte para Fantozzi e Nei.

Confira todas as novidades do Rally em nosso perfil no twitter: @equipeale.

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Tiago Fantozzi no Rally dos Sertões

sexta-feira, 13 de agosto de 2010 

O Rally dos Sertões, segundo mais importante rali do mundo, já está em sua 3ª etapa e o nosso piloto Tiago Fantozzi segue a todo vapor nessa disputa acompanhado do blogueiro oficial da ALE, o cartunista Bruno Mantovani. Bruno, que é autor dos Pilotoons, caricaturas relacionadas ao mundo das corridas, parece estar bastante inspirado nessa aventura.

Confira algumas versões de Fantozzi que ele tem criado!

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Siga o nosso twitter @equipeale e acompanhe todas as emoções do Rally dos Sertões!

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Que tal ir ao Sertões 2010 com Tiago Fantozzi?

quarta-feira, 14 de julho de 2010 
Foto José Mário Dias

Foto José Mário Dias

A ALE está procurando pessoas apaixonadas por esportes de aventura, que tenham bom condicionamento físico, bom texto e não se importem de passar por perrengues, dormir em condições pouco – ou nada – confortáveis e acordar bem cedo.

E por que um perfil tão específico? Porque o escolhido terá um duro – mas inesquecível – desafio pela frente: cobrir o Rally dos Sertões 2010, junto ao time do piloto Tiago Fantozzi (patrocinado pela ALE), para nosso perfil no Twitter @EquipeALE!

Se você tem espírito aventureiro, escreve bem, possui presença relevante em redes sociais sobre rally, esportes de aventura e afins e ainda carrega sempre um sorriso no rosto, mesmo quando a poeira come solta, participe da nossa seleção!

Inscreva-se aqui (http://bit.ly/CadastroEquipeAle) até o dia 23/07/2010. Antes, confira os requisitos para os candidatos aqui (http://bit.ly/EquipeAle). Boa sorte!

twitter.com/EquipeALE

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Equipe ALE fora das pistas encara nova disputa: construir uma casa num fim de semana

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 
Pilotos da Equipe ALE fazem doação durante o Rally Dakar

Pilotos da Equipe ALE fazem doação durante o Rally Dakar

Os pilotos de moto da Equipe ALE, Vicente Neto, Tiago Fantozzi e Carlos Ambrósio, disputam, neste fim de semana, uma prova diferente de todas as outras: construir em apenas dois dias uma casa de madeira pré-fabricada. A construção de emergência é uma continuidade a doação que eles fizerem à ONG Um Teto para meu País, durante o Rally Dakar 2010.

Pelo segundo ano consecutivo, o Teto, como é chamada a ONG por seus voluntários, foi a fundação oficial do Rally Dakar. A organização, que está presente em 15 países do continente, recebeu US$ 112 mil dólares em doações dos organizadores da competição para a construção de quarenta casas de emergência na Argentina e três centros educacionais no Chile.

Após o término do Dakar, os pilotos da Equipe ALE visitaram uma casa de emergência construída pelo Teto na cidade de Antofagasta, no Chile, e decidiram doar uma moradia a uma família em situação de risco. Agora, de volta ao Brasil, eles vão por a mão na massa neste fim de senama e construir uma moradia de emergência, junto a outros voluntários, na comunidade de Anita Garibaldi, em Guarulhos, São Paulo.

A construção de casas de emergência é o primeiro passo para o envolvimento dos voluntários do Teto com as comunidades em que trabalha. A preocupação da organização é, além de construir as casas em conjunto com os moradores, acompanhar essas famílias após a construção. Com os pilotos da Equipe ALE também não será diferente, pois irão seguir o desenvolvimento desta família de perto.

Siga no twitter: @equipeale

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Aventuras no Dakar 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 

Foto: David Santos JR

Tiago Fantozzi, piloto da Equipe ALE, compartilha com a gente um pouco das emoções vividas por ele no Rally Dakar 2010.

Tiago caiu numa vala na 6ª rodada da competição e foi impedido de continuar a prova. Continuou acompanhando os outros dois pilotos da Equipe ALE, Carlos Ambrósio e Vicente Neto, que foram um dos poucos brasileiros a completar o Dakar 2010.

Leia a entrevista abaixo e sinta um pouco do que fois a maior competição off-road do mundo!

 

O Dakar é mesmo tão difícil quanto dizem?
Sim, muito!! O Dakar é a maior competição off-road do mundo. Uma prova extremamente dura, exigente e longa. Exige muito planejamento, grande trabalho em equipe, foco e dedicação. É uma competição que exige o máximo do piloto em relação à parte técnica, preparo físico e espírito motivacional. O sofrimento é recompensado pelo aprendizado e as adversidades devem ser encaradas como uma superação constante.

Qual o pior trecho do percurso?
Nessa edição de 2010, os pilotos destacaram o 4º dia, que chegava em Fiambala como o mais complicado da edição. Foram 160km de trecho cronometrado que os pilotos ponteiras completaram em 5 horas (em outros dias, com esse mesmo tempo os pilotos chegaram a fazer trechos 3, 4 vezes maior). Foi um dia que mesclou muita areia, pedras, grandes dunas e navegação por GPS em um trecho bem travado e bastante técnico. Exigiu muito preparo físico dos atletas e foi o trecho cronometrado com maior baixa de participantes. Para mim, este foi um dia relativamente tranquilo, pelo ritmo de prova que eu estava conduzindo, não enfrentei nenhum problema. O pior trecho na minha opinião foi o 7º dia, é claro, dia que cruzamos o deserto do Atacama e tivemos problemas com a roda.

O acidente:
O 7º dia foi especialmente difícil, pois enfrentei problemas com o equipamento de navegação logo nos primeiros quilômetros da especial e depois um longo trecho com muito pó e terra fofa (chamado no Dakar de Flesh-Flesh – que é como se fosse um talco que você afunda parado). Em função dos pilotos mais lentos na frente, eu percorria um trecho por fora da estrada principal. Um rio seco que estava marcado na planilha no km 230 apareceu na minha frente 700 metros antes. Naquele momento, eu havia acabado de sair do abastecimento(*) e a moto estava pesada (junte-se a isso as características do solo de chão batido, seco e duro), a moto então não freou, e acabei caindo em uma grande vala que entortou a roda dianteira. Como não havia planejado e não estava estruturado para esse problema (com piloto mochileiro ou peças de reposição alocadas em carros ou caminhões inscritos na prova), tentei de todas as maneiras continuar na competição, mas fui impedido pela organização por ter utilizado uma peça que estava no carro de apoio(**).

(*) durante os trechos cronometrados são colocados pontos estratégicos que os pilotos são obrigados a parar por 15 minutos para abastecer.

(**) durante o trecho cronometrado o piloto só pode utilizar peças e ajuda mecânica de veículos inscritos na prova (como competidores).

Durante a competição, você manteve-se como o 1º brasileiro na categoria de motos, até o dia do seu acidente. O que você sentiu neste dia?
Senti muita angústia, frustração e indignação. Apesar de ser naquele momento o melhor brasileiro, liderar na minha categoria e ser o melhor latino-americano na classificação, o que eu fazia questão era de completar a prova. Fiquei inconformado com o acidente. O Dakar para mim era como um filho que eu estava criando dentro da barriga e perdi antes que nascesse.

Ficamos sabendo que, depois do acidente, você andou quase 3h no deserto do Atacama, em busca de ajuda. Como foi isso?
Quando percebi que o problema era grave foquei minha energia em contornar e resolver a questão. Fui a pé até o abastecimento que estava a uns 15 km para trás com intuito de aumentar o meu leque de opções. Lá consegui emprestado a roda de um piloto português que havia abandonado a competição, mas em vão pois não eram as medidas da minha moto. Então peguei uma carona até a cidade destino no dia, Iquiqui a 250 km, a fim de encontrar minha equipe. No acampamento peguei a roda reserva e voltei para o trecho onde a moto estava parada. Consegui substituir a roda por volta das 22h30 e terminei o trecho às 3h00 da manhã. Às 5h estava pronto para largar, mas já não tinham meu cartão de largada. Tentei conversar com o júri, mas a organização não me permitiu continuar. Nesse momento direcionei toda minha energia para Carlos Ambrósio e Vicente Neto, os outros pilotos da Equipe ALE, e foi muito inspirador ver os dois no final de cada dia, completando a competição.

Como a Argentina e o Chile receberam os competidores do Dakar?
É emocionante a maneira como o povo argentino e chileno recebeu a caravana do Dakar. Foram milhares de pessoas nas ruas das cidades, estradas e desertos, acompanhando de perto a competição. Qualquer hora do dia, 4 da manhã, meio dia ou 10 da noite, a população lotava por onde a competição passava. Pessoas de todas as idades e classes, aglomeradas aplaudindo e acenando para os competidores. Sem dúvida, esses foram alguns momentos inesquecíveis da competição. Logo no primeiro dia, no deslocamento entre Buenos Aires e Colon, fomos homenageados com um cordão humano por 300 quilômetros!!! Impressionante, nunca imaginei nada parecido! As ruas e postos tinham que ser cercados por policias para não as pessoas não invadirem. Incalculável a quantidade de fotos e autógrafos que distribuímos ao longo da competição.

E para 2010? Quais são os planos?
Mais treino, mais dedicação e muito trabalho. Com a experiência adquirida na competição, pretendo aprimorar e fortalecer a estrutura da equipe ALE formando um time com os principais pilotos de Rally do Brasil. O Brasil é um país muito forte e temos muito potencial de configurar entre os melhores do mundo. O objetivo é conquistar os melhores resultados da história do Dakar para o Brasil. Para acompanhar a Equipe ALE e saber quais campeonatos e competições a equipe estará presente no Brasil, acesse @equipeale no Twitter.

Aproveito para agradecer a todos que torceram pela equipe ALE e me deram força nos momentos difíceis. Também não posso deixar de registrar meus agradecimentos a Carlos e Vicente, companheiros nessa jornada do Dakar, que completaram com maestria a competição e carregaram a bandeira ALE até a rampa de chegada, a Naya, minha esposa e fotógrafa oficial da equipe e a todos os patrocinadores e parceiros da Equipe ALE.

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Equipe ALE no JN

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 

Para quem não viu, durante o Rally Dakar 2010, dois pilotos da Equipe ALE, Tiago Fantozzi e Vicente Neto foram destaque no Jornal Nacional, da Rede Globo.

A reportagem foi exibida no dia 06/01. Confira:

E mais, confira ainda hoje aqui no blog: Tiago Fantozzi fala das aventuras do Dakar, em entrevista exclusiva.

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Equipe ALE faz parte do seleto grupo que completou o Dakar 2010

terça-feira, 19 de janeiro de 2010 
Foto: Marcelo Maragni

Foto: Marcelo Maragni

Após 16 dias de competição, a 32ª edição do Rally Dakar 2010, maior prova off-road do mundo, chegou ao fim neste fim de semana.

Neste ano houve um número recorde de brasileiros participando da corrida. Foram 24 competidores distribuídos nas categorias carros, motos e caminhões, mas somente sete deles superaram os mais de 9 mil quilômetros de prova entre a Argentina e o Chile.

E, para a nossa alegria, dois destes guerreiros são pilotos da Equipe ALE: Carlos Ambrósio e Vicente Neto. Tiago Fantozzi, o principal patrocinado da equipe, deixou a competição no 8º dia, após se envolver em um acidente. Porém, o piloto continuou no Dakar como “repórter” da ALE, enviando informações e fotos diariamente para o twitter @equipeale. Carlos Ambrósio foi o 2º melhor brasileiro na classificação geral das motos, ocupando o 36º lugar. Vicente Neto, estreante na competição, concluiu a prova em 76º.

Durante todo o rally os internautas puderam acompanhar diariamente o que estava acontecendo com a Equipe ALE, através do twitter, que já conta com quase 1.000 seguidores.

As ações de marketing na internet ainda continuarão até o mês de fevereiro, acompanhando o retorno dos pilotos ao Brasil e o que eles farão daqui para frente.

Siga você também: www.twitter.com/equipeale.

Vicente Neto e Carlos Ambrósio

Vicente Neto e Carlos Ambrósio

Tiago Fantozzi em entrevista

Tiago Fantozzi em entrevista

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É hoje!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010 

A aventura do maior rally do mundo começa hoje: é o Dakar 2010, com um percurso de 8.600 quilômetros, divididos entre terras chilenas e argentinas.

A ALE está patrocinando o piloto de moto Thiago Fantozzi que, junto a 376 veículos —156 motos, 28 quadriciclos, 140 automóveis e 52 caminhões—, irá partir de Buenos Aires, percorrer territórios desafiadores (em sentido anti-horário), e voltar à cidade portenha no dia 17 de janeiro.

Acompanhe de perto as emoções do maior rally do mundo e ainda concorra a brindes e bonés autografados pelo Fantozzi:

Twitter (@equipeale)
Orkut (perfil Equipe ALE)
Flickr (www.flickr.com/equipeale)
Youtube (www.youtube.com/equipeale)

Foto: José Mário Dias

Foto: José Mário Dias

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E a aventura chega ao fim

segunda-feira, 13 de julho de 2009 

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Os pilotos da equipe ALE de rally, Márcio Oliveira e Tiago Fantozzi, enfrentaram o Rally dos Sertões – 10 dias de desafios de Goiânia (GO) até Natal (RN) – e chegaram unidos e vitoriosos no último dia 03 de julho.

Os dois atletas falam sobre a grande experiência de participar de mais uma edição dessa importante e tão esperada aventura off-road, além dos planos para as próximas disputas.

1 – O que foi o 17º Rally Internacional dos Sertões para vocês?

Márcio Oliveira: Um misto de aprendizado, persistência, superação e espírito de equipe.

Tiago Fantozzi: Essa edição do Sertões foi uma competição na qual imperou o trabalho em equipe, superação e determinação. Com uma contusão grave na perna direita, quase fui obrigado a abandonar. O objetivo na competição passou então a ser ainda mais desafiador, completar a prova e chegar rodando em Natal. Estava preparado, com estrutura de ponta para configurar entre os melhores. Nossa participação mostrou nosso empenho em darmos o máximo. Conquistamos o 3º colocado na principal categoria do Mundial de Rally, SuperProduction até 450cc.

2 – Pensaram em desistir? Por que continuaram?

MO: Pensei sim, na 4ª etapa entre Minaçu e Palmas, após ter largado e a poucos metros da largada, ter constatado que um dos tanques de combustível estava vazando, me obrigando a parar.
O espírito de motivação da equipe de mecânicos e apoio em solucionar o problema e me colocar na prova novamente a qualquer custo. Esta atitude deles me deu uma força incrível, que me fez chegar até Natal.

TF: Durante o Rally tiveram alguns momentos em que o caminho mais fácil parecia a única solução, mas nunca pensei em desistir. Existia um consentimento com a equipe médica do Rally sobre os possíveis sintomas e consequências da lesão. Durante toda corrida tive acompanhamento médico e grande assessoria de todos que estavam à volta. Continuei por toda minha equipe, parceiros, parentes e amigos que me apóiam. Usei a dor de sair da disputa da liderança, como motivação para concluir a competição.

3 – Qual a importância da equipe para vocês terem continuado?

MO: Sem eles não existiria o rally. A importância da equipe esta em todos os momentos, seja na manutenção por parte dos mecânicos, na largada, abastecimento e chegada por parte do apoio rápido, nas refeições por parte do cozinheiro, nos momentos de descontração ou nos de decepção, como também no momento de decisão “Vamos chegar a Natal”. Todos compartilharam com bastante espírito de equipe cada momento vivido nos 14 dias de competição.

TF: A equipe foi fundamental. Os envolvidos se mostraram dignos de pertencer a equipe ALE de Rally. Todos estavam coesos com o mesmo objetivo e cumprindo com maestria respectivas funções. Foram cordiais em relação a tudo que enfrentei de dor durante a competição. Reforço meus agradecimentos a todos, Márcio, Daniel, Gordo, Bacana, Sábia, Geraldo, Edinaldo e Toyão Juruna. Os resultados são fruto do trabalho e união de todos.

4 – Quais as lições você tirou desse rally?

MO: Rally é um esporte que além de todas as dificuldades previstas para se enfrentar, também guarda algumas surpresas que são difíceis de se prever, e nele não há favoritos. Mas para se enfrentar uma prova como o Sertões, em primeiro lugar você deve estar com a sua mente preparada para o desafio, porque quase sempre é ela quem o tira da competição.

TF: Nos meus 10 anos de participação do Sertões, esse foi sem duvida o ano que mais acertamos em relação a estrutura e equipe de apoio. Caminhamos para nos tornarmos a melhor equipe de Rally do Mundo. Infelizmente, no Rally o certo é o incerto. Por mais planejada e treinada que estava a equipe, o Rally surpreende pelas surpresas. Mas tão importante quanto o resultado é a maneira como enfrentamos os desafios e obstáculos. Levarei comigo uma frase que significou muito no meio da competição – “Lutar sempre, vencer as vezes, desistir nunca”

5 – Valeu a pena?

MO: Valeu sim. É diante das dificuldades e dos erros que se tira a lição e o aprendizado para seguir em frente. Como diz o ditado: “Não erramos, e sim criamos a oportunidade de acertar nos próximos”.

TF: E como. Cada metro, sofrido e dolorido. Foi uma pena sair da disputa pela liderança, mas conseguir chegar foi um objetivo ainda mais desafiador.

6 – E agora, quais os planos para a equipe ALE?

MO: Já voltei aos meus treinos físicos e após o período de uma semana de descanso dos mecânicos, volto aos treinos de quadri. Em setembro próximo terá mais uma etapa do campeonato brasileiro de rally em Botucatu – SP, outubro São Luiz – MA, Novembro Rondônia – RO e Dezembro rally dos Amigos – SP encerrando o campeonato brasileiro. Paralelo a isso, estamos trabalhando no projeto para o Dakar 2010 e uma etapa do campeonato mundial no Marrocos ainda em 2009.

TF: Muito treino, competições e conquistas. Através do blog www.equipeale.com.br atualizaremos com as novidades da equipe.

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Primeiro dia Rally dos Sertões

quarta-feira, 24 de junho de 2009 

Super Prime:

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Ouça aqui as expectativas dos pilotos Tiago Fantozzi e Márcio Oliveira para o primeiro dia do rally dos sertões:

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