Carro adaptado promove inclusão no trânsito

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Alterações nos veículos ajudam na independência e mobilidade das pessoas com deficiência

Dirigir um carro é uma atividade importante para a independência de qualquer um e, felizmente, a tecnologia permite que pessoas com mobilidade reduzida possam conduzir um veículo. Além daqueles que já saem de fábrica com recursos específicos para deficientes, é possível realizar a adaptação de qualquer modelo, desde os mais simples aos mais sofisticados.

As exigências dependem das necessidades de cada pessoa, que podem variar. Para os paraplégicos, por exemplo, que têm o movimento limitado das pernas, mas podem usar plenamente as mãos, é possível transferir a função dos pedais para o painel por meio de uma alavanca que aciona o acelerador e o freio. Esse exemplo é o mais simples, mas há outras opções com dispositivos e botões instalados no próprio volante. Já em certos níveis de tetraplegia, quando a pessoa não tem certos movimentos de braços ou dedos, ou movimentos com força reduzida, há a opção de controlar o volante por botões diversos, breque de mão e outros que podem substituir a pressão dos dedos.

Respeitar é papel de todos

vaga deficiente

A tecnologia proporcionou a inclusão no trânsito, mas os problemas não terminaram aí. É preciso que outros motoristas respeitem e auxiliem na mobilidade das pessoas com deficiência. Na correria do dia a dia, muitas pessoas pensam que ocupar a vaga preferencial por alguns minutos não irá ocasionar problema nenhum, o que não é verdade. Assim como ganhar alguns minutinhos na vida pode fazer toda a diferença, para essas pessoas o tempo também é essencial. Vale ressaltar que as vagas preferenciais são diferentes das demais, já que possuem o espaço adequado para facilitar a entrada do cadeirante no veículo.

carro com adesivo deficiente

Segundo Afonso Melo, da BHTRANS, órgão que regulamenta o trânsito e as vagas de estacionamento em Belo Horizonte (MG), o órgão investe na conscientização para a boa convivência no trânsito. “Criamos campanhas e incentivamos outros motoristas a respeitarem o espaço, porque ele é estrategicamente pensado para facilitar a mobilidade dessas pessoas. Infelizmente, só criar as vagas não funciona, é preciso a colaboração e a gentileza de todos os atores do trânsito”, comenta.

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