Confiança é base do relacionamento com as oficinas

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Legítimas representantes do setor de serviços, as oficinas de reparação de veículos são movidas a indicações de clientes. É com essa propaganda “boca a boca” que as empresas ganham “musculatura” e aumentam o número de trabalhos a cada mês.

Quem dirige sabe que é preciso ter muito cuidado na hora de “entregar” o carro nas mãos de um profissional. O empresário Carlos Antônio Silva disse que tem uma oficina de confiança, mas não recusa novas indicações. “A gente dirige há muito tempo e já tem uma noção do problema do carro. Então, o diagnóstico preliminar que mais se aproxima do defeito é um grande diferencial, assim como a história da oficina e o número de carros no salão”, comenta.

O presidente da Câmara de Mecânica Automotiva do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de Minas Gerais (Sindirepa-MG), Edson Machado de Moraes, está no ramo há 34 anos. “Oficina mecânica é igual médico e dentista. Tudo gira em torno da indicação mesmo. Primeiro vem uma pessoa e se o serviço é bem prestado, o retorno vem da família e dos amigos do cliente”, destaca.

Ele explica que o consumidor deve ficar atento na hora de escolher a oficina de reparação. “Orçamento correto, prazo para entrega e mudanças comunicadas sem demora são fatores que demonstram a seriedade da empresa”, aponta. A qualidade do atendimento, preço cobrado, organização interna e agilidade também somam pontos a favor para os clientes.

A escolha não é fácil. Para se ter uma ideia, apenas na Região Metropolitana de Belo Horizonte são 5700 oficinas independentes, que não possuem bandeiras das fabricantes de veículos. Delas, 70% oferecem serviços de reparação mecânica de veículos e 30%, de funilaria e pintura.

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